O contexto
A maioria das contas de mídia paga tem 30% de desperdício invisível.
Quando a SAWI faz o SCAN de uma conta de mídia paga pela primeira vez, o padrão se repete em quase todos os casos. A conta tem campanha rodando há meses sem revisão crítica, palavras-chave irrelevantes consumindo orçamento, públicos sobrepostos competindo entre si, criativos cansados perdendo eficiência, conversões duplicadas inflando relatório e atribuição quebrada distorcendo tudo o que aparece na tela do gestor. O resultado é que entre 20% e 40% do orçamento mensal está, na prática, sendo desperdiçado, sem que ninguém na empresa perceba, porque os relatórios que chegam toda semana mostram número subindo em alguma métrica isolada.
Entender o cenário completo+
O problema raramente é de talento individual. É de método. Mídia paga em 2026 não é mais escolher palavra-chave e definir lance. Virou um sistema complexo onde algoritmo, criativo, audiência, atribuição, qualidade de dados e estratégia de funil precisam estar amarrados pra performance acontecer de verdade. Quando qualquer uma dessas dimensões falha, o sistema inteiro vaza dinheiro silenciosamente, e a empresa só percebe no fim do trimestre, quando o CAC subiu, o ROAS caiu, e o time comercial está culpando a qualidade do lead.
A SAWI opera mídia paga de outro jeito. Cada conta começa pelo SCAN: auditoria completa de tracking, estrutura de campanha, qualidade de criativo, eficiência por canal e desperdícios escondidos. Só depois disso entra a estratégia: alocação de orçamento por etapa de funil, criativo desenhado pra cada audiência, otimização contínua e mensuração séria. E toda semana há revisão crítica da performance, porque mídia paga é sistema vivo, não setup que se faz uma vez e abandona.
Ponto de vista SAWI“A maioria das empresas brasileiras não está pagando caro por mídia. Está desperdiçando mídia em escala industrial, e culpando o canal pelo que é falha de método.”
Filipe Carpes, Co-fundador, SAWI