O contexto
A maioria das empresas otimiza no instinto e chama isso de marketing baseado em dados.
Pergunte a qualquer time de marketing brasileiro como eles tomam decisão de otimização e quase todos vão dizer a mesma coisa: a gente olha o número, conversa entre nós e decide o que mudar. Pergunte mais fundo: como vocês validam se a mudança funcionou? E o silêncio começa. Algumas empresas comparam mês contra mês. Outras olham antes-e-depois sem controle. A maioria simplesmente segue em frente, assumindo que a última mudança foi a responsável pelo último resultado, sem nenhuma garantia estatística disso.
Entender o cenário completo+
O problema é mais grave do que parece. Sem método de experimentação, toda mudança vira opinião. Quem fala mais alto na reunião decide o headline. Quem é mais novo na empresa propõe testes que parecem inovadores mas não são priorizados por dados. Aprendizados que deveriam virar conhecimento permanente da empresa viram lembrança individual de quem estava lá quando a decisão foi tomada, e somem com o turnover. No final, a empresa repete os mesmos testes a cada dois anos, com pessoas diferentes, sem nunca consolidar nada.
A SAWI implanta cultura de experimentação séria. Cada hipótese é priorizada por método ICE (impacto, confiança, esforço), cada teste é dimensionado estatisticamente antes de rodar, cada resultado é validado com rigor antes de virar decisão. E acima de tudo, cada aprendizado vira documento permanente, não memória pessoal. Pesquisa entra como camada complementar: quando os dados quantitativos não explicam por quê, vamos atrás do cliente real pra entender o que está acontecendo de verdade.
Ponto de vista SAWI“A diferença entre marketing baseado em dados e marketing baseado em opinião não é a quantidade de números na tela. É a presença ou ausência de método pra interpretar esses números.”
Filipe Carpes, Co-fundador, SAWI